Folha de Alumínio - Mitos e Verdades
De tempos em tempos, diversos textos na Internet ou o tradicional boca-a-boca disseminam algumas inverdades que envolvem os produtos de alumínio.
Os mitos vão desde a relação entre o metal e o Mal de Alzheimer aos riscos de contrair leptospirose pela ingestão de bebidas em latas de alumínio.
Com o compromisso de esclarecer tais fatos, que desinformam a população, a ABAL traz informações claras, científicas e atuais à sociedade sobre os principais mitos e as verdades comprovadas sobre o alumínio e seus produtos.
O Mito - Lacres de latas de alumínio têm valor comercial
Não se sabe como começou, mas o boato de que os lacres das latas de alumínio teriam um alto valor comercial se espalhou pelo Brasil. Em São Paulo, principalmente, pessoas de todas as idades passaram a juntar quilos de lacres com a esperança de engordar o rendimento mensal, uma vez que, conforme o boato, uma garrafa de plástico de dois litros (contendo um quilo aproximadamente de lacres) valeria muitas vezes mais que um quilo da própria lata. O 'comércio' de lacres das latas de alumínio chegou até a internet com pessoas anunciando promoções, todas em busca de comprador. Mas ninguém sabe para onde ou para quem vender os lacres, e o resultado é um grande número de telefonemas e e-mails dirigidos à ABAL e às empresas de reciclagem em busca de informações.
A Verdade
As empresas de reciclagem de alumínio reciclam a lata inteira (com ou sem o lacre), mas não compram o lacre separadamente. Isso porque o anel da lata é muito pequeno e pode se perder durante o processo de transporte e peneiragem do material a ser reciclado, ou mesmo durante o processo de fundição. Daí ser importante manter o anel preso à tampa, razão pela qual foi adotado o sistema atual de abertura para as latas de alumínio chamado originalmente de stay-on-tab, conhecido como 'tampa ecológica'.
O lacre, assim como o corpo da lata, é feito de uma liga de alumínio, com alto teor de magnésio. Ao contrário do que sugerem os boatos, não entram em sua composição ouro, prata e nem platina.
O Mito - Embalagens descartáveis de alumínio não podem ir ao micro-ondas
Muitos usuários de fornos de micro-ondas ainda ficam receosos em utilizar embalagens descartáveis de alumínio para aquecer alimentos, pois as embalagens poderiam faiscar e até incendiar o aparelho.
A Verdade
Apesar de hoje ser infundado, esse risco já foi real num passado remoto. Nos anos 1970, os aparelhos ainda não ofereciam plena segurança contra o reflexo das micro-ondas. No entanto, já faz mais de trinta anos que os equipamentos disponíveis no mercado estão aptos a receber as bandejas descartáveis de alumínio, descongelando ou aquecendo alimentos com total segurança, mais rapidamente e com muita praticidade, pois pode ser servido na mesma embalagem.
Em 1980, a associação dos fabricantes de embalagens descartáveis de alumínio dos Estados Unidos divulgou dados de uma pesquisa que mostrou a segurança do uso das embalagens de alumínio nos novos aparelhos de micro-ondas, desde que fossem seguidos alguns cuidados durante o manuseio. Mais recentemente a Alufoil, associação similar na Europa, divulgou estudo que comprova essa segurança.
No Brasil, a partir de um trabalho do Comitê de Mercado de Embalagens Descartáveis de Alumínio da ABAL e da culinarista Sonia Wooten, foi demonstrado que, respeitando alguns procedimentos básicos, é possível sim valer-se das vantagens dessas embalagens nos fornos de micro-ondas.
Saiba como nos links abaixo:
http://www.abal.org.br/aplicacoes/embalagens_micro_pode.asp
http://www.escolhaaluminio.com.br/al_microondas.htm
O Mito - Alumínio: útil e mortal
O artigo intitulado Alumínio Útil e Mortal, divulgado em inúmeros fóruns e listas de discussão na Internet, além de mensagens divulgadas via e-mail, lista uma série males à saúde relacionados ao consumo de alimentos preparados ou acondicionados em utensílios e embalagens de alumínio.
A Verdade
O alumínio é um material reconhecidamente adequado para uso em utensílios que entram em contato direto com alimentos, sem nenhum efeito nocivo ao organismo humano, além disso, o metal é fundamental para garantir a qualidade e conservação dos alimentos, bebidas e medicamentos.
O artigo tem um tom alarmista, sem fundamentação científica, e menciona sintomas cujas causas são as mais variadas, além de fazer menções totalmente inverídicas, conforme pode ser comprovado no link a seguir: http://www.abal.org.br/aluminio-util-e-mortal/
O Mito - Alumínio causa o Mal de Alzheimer
A presença do alumínio no cérebro de indivíduos acometidos pelo Mal de Alzheimer – ou esclerose mental precoce – levou vários pesquisadores, na década de 1970, a suspeitarem que o metal tivesse alguma implicação no desenvolvimento da doença.
A Verdade
Não há relação comprovada entre a presença de alumínio no organismo e a doença. Essa teoria está sendo cada vez menos estudada, pois os indícios apontam para a desmistificação dessa probabilidade. A presença de alumínio parece ser conseqüência da morte neuronal e não sua causa.
Sua causa ainda é desconhecida, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ), Existem várias teorias, porém, de concreto aceita-se que seja uma doença geneticamente determinada, não necessariamente hereditária (transmissão entre familiares). Segundo o portal Alzheimermed, que tem como objetivo disseminar informações de alto nível científico sobre a doença, o único fator de risco bem conhecido e aceito universalmente é a idade, ou seja, à medida que a idade avança, maior é a probabilidade de sua ocorrência.
Associações mundiais que estudam pacientes e familiares da doença de Alzheimer, como a Alzheimer´s Association, de Chicago, informam que muitas pesquisas demonstram que não existe nenhuma evidência para considerar o alumínio, fator de risco para a doença de Alzheimer ou a causa da demência.
A ANVISA também esclarece em seu site, que até hoje não foi comprovada qualquer relação do alumínio com a Doença de Alzheimer.
Fonte: www.abal.org.br
Com o compromisso de esclarecer tais fatos, que desinformam a população, a ABAL traz informações claras, científicas e atuais à sociedade sobre os principais mitos e as verdades comprovadas sobre o alumínio e seus produtos.
O Mito - Lacres de latas de alumínio têm valor comercial
Não se sabe como começou, mas o boato de que os lacres das latas de alumínio teriam um alto valor comercial se espalhou pelo Brasil. Em São Paulo, principalmente, pessoas de todas as idades passaram a juntar quilos de lacres com a esperança de engordar o rendimento mensal, uma vez que, conforme o boato, uma garrafa de plástico de dois litros (contendo um quilo aproximadamente de lacres) valeria muitas vezes mais que um quilo da própria lata. O 'comércio' de lacres das latas de alumínio chegou até a internet com pessoas anunciando promoções, todas em busca de comprador. Mas ninguém sabe para onde ou para quem vender os lacres, e o resultado é um grande número de telefonemas e e-mails dirigidos à ABAL e às empresas de reciclagem em busca de informações.
A Verdade
As empresas de reciclagem de alumínio reciclam a lata inteira (com ou sem o lacre), mas não compram o lacre separadamente. Isso porque o anel da lata é muito pequeno e pode se perder durante o processo de transporte e peneiragem do material a ser reciclado, ou mesmo durante o processo de fundição. Daí ser importante manter o anel preso à tampa, razão pela qual foi adotado o sistema atual de abertura para as latas de alumínio chamado originalmente de stay-on-tab, conhecido como 'tampa ecológica'.
O lacre, assim como o corpo da lata, é feito de uma liga de alumínio, com alto teor de magnésio. Ao contrário do que sugerem os boatos, não entram em sua composição ouro, prata e nem platina.
O Mito - Embalagens descartáveis de alumínio não podem ir ao micro-ondas
Muitos usuários de fornos de micro-ondas ainda ficam receosos em utilizar embalagens descartáveis de alumínio para aquecer alimentos, pois as embalagens poderiam faiscar e até incendiar o aparelho.
A Verdade
Apesar de hoje ser infundado, esse risco já foi real num passado remoto. Nos anos 1970, os aparelhos ainda não ofereciam plena segurança contra o reflexo das micro-ondas. No entanto, já faz mais de trinta anos que os equipamentos disponíveis no mercado estão aptos a receber as bandejas descartáveis de alumínio, descongelando ou aquecendo alimentos com total segurança, mais rapidamente e com muita praticidade, pois pode ser servido na mesma embalagem.
Em 1980, a associação dos fabricantes de embalagens descartáveis de alumínio dos Estados Unidos divulgou dados de uma pesquisa que mostrou a segurança do uso das embalagens de alumínio nos novos aparelhos de micro-ondas, desde que fossem seguidos alguns cuidados durante o manuseio. Mais recentemente a Alufoil, associação similar na Europa, divulgou estudo que comprova essa segurança.
No Brasil, a partir de um trabalho do Comitê de Mercado de Embalagens Descartáveis de Alumínio da ABAL e da culinarista Sonia Wooten, foi demonstrado que, respeitando alguns procedimentos básicos, é possível sim valer-se das vantagens dessas embalagens nos fornos de micro-ondas.
Saiba como nos links abaixo:
http://www.abal.org.br/aplicacoes/embalagens_micro_pode.asp
http://www.escolhaaluminio.com.br/al_microondas.htm
O Mito - Alumínio: útil e mortal
O artigo intitulado Alumínio Útil e Mortal, divulgado em inúmeros fóruns e listas de discussão na Internet, além de mensagens divulgadas via e-mail, lista uma série males à saúde relacionados ao consumo de alimentos preparados ou acondicionados em utensílios e embalagens de alumínio.
A Verdade
O alumínio é um material reconhecidamente adequado para uso em utensílios que entram em contato direto com alimentos, sem nenhum efeito nocivo ao organismo humano, além disso, o metal é fundamental para garantir a qualidade e conservação dos alimentos, bebidas e medicamentos.
O artigo tem um tom alarmista, sem fundamentação científica, e menciona sintomas cujas causas são as mais variadas, além de fazer menções totalmente inverídicas, conforme pode ser comprovado no link a seguir: http://www.abal.org.br/aluminio-util-e-mortal/
O Mito - Alumínio causa o Mal de Alzheimer
A presença do alumínio no cérebro de indivíduos acometidos pelo Mal de Alzheimer – ou esclerose mental precoce – levou vários pesquisadores, na década de 1970, a suspeitarem que o metal tivesse alguma implicação no desenvolvimento da doença.
A Verdade
Não há relação comprovada entre a presença de alumínio no organismo e a doença. Essa teoria está sendo cada vez menos estudada, pois os indícios apontam para a desmistificação dessa probabilidade. A presença de alumínio parece ser conseqüência da morte neuronal e não sua causa.
Sua causa ainda é desconhecida, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ), Existem várias teorias, porém, de concreto aceita-se que seja uma doença geneticamente determinada, não necessariamente hereditária (transmissão entre familiares). Segundo o portal Alzheimermed, que tem como objetivo disseminar informações de alto nível científico sobre a doença, o único fator de risco bem conhecido e aceito universalmente é a idade, ou seja, à medida que a idade avança, maior é a probabilidade de sua ocorrência.
Associações mundiais que estudam pacientes e familiares da doença de Alzheimer, como a Alzheimer´s Association, de Chicago, informam que muitas pesquisas demonstram que não existe nenhuma evidência para considerar o alumínio, fator de risco para a doença de Alzheimer ou a causa da demência.
A ANVISA também esclarece em seu site, que até hoje não foi comprovada qualquer relação do alumínio com a Doença de Alzheimer.
Fonte: www.abal.org.br
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